Dra. Lia Alves Schinetski, PHD

André

“A primeira indicação de que meu problema de ronco estava aumentando veio quando percebi que a intensidade estava aumentando e que o sono da minha esposa estava sendo prejudicado. O segundo sinal veio quando eu mesmo comecei a acordar percebendo que eu estava roncando, pois tenho sono pesado e nunca havia notado esta situação. Depois de passar por alguns otorrinos, melhorar minha condição de respiração através de uma cirurgia para correção do septo (mas já sabendo que isto não resolveria o ronco), e passar por um exame de polissonografia, descobriu-se que eu tinha uma pequena condição de apneia e tendência a dormir com o tórax para cima durante toda a noite. O que mais me preocupou foi o fato de saber que se não for tratada, a apneia tende a aumentar e quem sabe até poder depender de aparelhos para ter um sono tranquilo futuramente. Fiz alguns tratamentos com soro, técnicas para tentar me manter deitado de lado durante o sono, mas nenhum deu resultado. Foi então que um amigo que já usava o aparelho intra-oralpelo mesmo problema me recomendou procurar a Dra. Lia. Levei meu resultado de polissonografia (que já tinha há uns 2 anos) e ela me explicou detalhadamente o que era o TAP e como ele iria me ajudar a resolver este problema. Comecei a usar e me adaptei rápido a ele, e o resultado foi notado logo na primeira semana. Alguns pontos que melhoraram e que posso citar são: parei de acordar comigo mesmo me engasgando, minha esposa não escutou mais ronco, levanto mais descansado pois provavelmente mesmo sem notar eu tinha o sono interrompido durante a noite. Não tenho dúvida que o TAP é um dispositivo eficiente e que funciona.”

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